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por José Maria Leal Paes

José Nêumanne Pinto,
gladiador das letras, a Paraíba, enfim, fez. A ela competia, logo, fazer: deu-lhe - modo de dizer -a imortalidade acadêmica. Você mais que honra Uiraúna e o mundo paraibano. Você a eles se dá na escrita famosa e louvada, no talento epidérmico que não escapa à percepção de porventura desavisado interlocutor seu. Louro justo em cabeça privilegiada. Hosanas! Apareça, amigo: já posso pagar o jantar.  Confidencio ao amigo: minhas noites a penúria financeira já não as fustiga. O jeep, porém, é o mesmo - analista, companheiro, condutor e cúmplice. Eu e Di superamos, com renúncia, obstinação e honra, os juros, as dívidas, as cobranças. Unimo-nos, mais e firmemente ternos, ao canto cruel da privação material. Obrigado pela resposta à homenagem a Verônica, pelo seu carinho ao poeta, que me chama por generosidade, sei.

grandão abração do
josémariaLealpaes

 

 

 

 

 

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