O jornalista,
poeta e escritor José Nêumanne Pinto foi agraciado no Dia
Internacional da Mulher com o título de “Mulher honorária”,
concedido pela romancista Joyce Cavalccante na solenidade em
que foram celebrados os dez anos da Rede de Escritoras
Brasileiras (Rebra). Na mesma ocasião, recebeu idêntica
honraria o escritor paulista Ignácio de Loyola Brandão. A
solenidade transcorreu no auditório do SESC Vila Mariana, em
São Paulo, no domingo 8 de março de 2009, às 19 horas. Na
foto, Magdala, Nêumanne, Joyce Cavalccante, Ignácio de
Loyola Brandão, Rosely Boschini (presidente da Câmara Brasileira do
Livro) e a atriz Giulia Gam, que leu poemas na festa. Em seu discurso de agradecimento, Nêumanne
esclareceu que só aceitou a honraria porque já está na
menopausa. “Se tivesse de menstruar, não a aceitaria”,
completou.
"No Dia Internacional da Mulher, a escritora Joyce
Cavalccante (45), ao lado, de verde, recebeu o casal Magdala
Ramos (45) e José Nêumanne Pinto (57), o escritor Ignácio de
Loyola Brandão (72), a arquiteta Rosely Boschini (51) e a
atriz Giulia Gam (41) - que leu poemas durante o evento -
para comemorar os dez anos da Rebra (Rede de Escritoras
Brasileiras), instituição idealizada e presidida por ela, em
favor da igualdade dos sexos. "A Rebra é temporária, daqui a
uns anos não vamos mais precisar lutar por espaço", disse
Joyce, emocionada, que também foi prestigiada pela vereadora
Mara Gabrilli (41), abaixo e ao centro, com as sócias da
entidade que compareceram ao Sesc Vila Mariana, em São
Paulo"
Na
foto à direita, Nêumanne e Magdala Ramos, em companhia de algumas
representantes das 3.080 sócias da Rebra, entre as quais
Sílvia Securato (à esquerda de Nêumanne) e Maria Emília, no
extremo oposto.
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José Nêumanne, jornalista, escritor, editor e
poeta, é chefe dos editorialistas do Jornal da Tarde,
comentarista da Rádio Jovem Pan e do SBT, membro da Academia
Paraibana de Letras, curador literário do Instituto do
Imaginário do Povo Brasileiro e prêmio Senador José Ermírio
de Moraes, da Academia Brasileira de Letras, em 2004, pelo
melhor livro de 2005, o romance O silêncio do delator
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