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Nada havia melhor que se alegrar em suas obras e esta é a parte que lhe
cabe. Eclesiastes, 3; 22.
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A glória, para Sivuca,não se reduz à fama nem se conta em notas, as moedas sempre falsas a trocar de mão. Pois a glória de Sivuca tem nada a ver com fortuna. A glória de Sivuca é onça caetana e é légua tirana, uma mágoa insana. Ela tem a ver é com a sorte, com a sorte até pode ser, mas não a sorte no jogo e, sim, a sorte no amor. |
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Pois a glória é menina, Para aquele moço de Itabaiana,
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A
glória, para nosso mestre,é uma banda inteira e é alva, albina, é fina: a glosa do verso torto, e a tosa da rima acima, é subir aos céus na tocata e fuga de Bach e descer aos infernos num tema de Miles Davis. E tudo num instrumento camponês, uma sanfona sacana, uma safena safada, um fole de oito baixos e tantos outros altos a resfolegar e a respirar o alento todo do cosmos, o justo susto do caos. |
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Pode até ser o violão de Pata Pata |
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É ainda a república dos sonhos |
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A glória é a mãe do santo, |
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